Folha de S. Paulo

Folha_10062017

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#ForçaChape

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O Céu foi o limitechapeweb2

A maior tragédia da história do futebol mundial, interrompeu vidas e acabou com um sonho. 

Na queda de um avião, o time catarinense, que uniu os brasileiros numa só torcida para a primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana, foi dizimado.

A aeronave levava 77 pessoas, sendo 68 passageiros e nove tripulantes. No acidente, morreram 71. Seis foram resgatados com vida: os jogadores Alan Ruschel, Jackson Follmann e Neto, o jornalista Rafael Henzel, a comissária de voo Ximena Suarez e o técnico da aeronave Erwin Tumiri.

A aeronave saiu de madrugada de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, e caiu a cinco minutos do pouso em Medelin, na Colômbia, onde a equipe enfrentaria o Atlético Nacional.

Entre os passageiros, havia também 21 profissionais de imprensa, encarregados de retratar a saga maior dos 43 anos de vida da Chapecoense. Que triste.

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Xilindró

O Brasil descobriu Cabral…

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 Em menos de 24 horas o Rio de Janeiro presenciou a prisão, pela Polícia Federal, de dois ex-governadores envolvidos em escândalos de corrupção.

Em uma quarta-feira, foi Anthony Garotinho (PR), em meio à Operação Chequinho, que investiga a compra de votos durante a eleição do dia 2 de outubro em Campos, no Norte Fluminense. No dia seguinte foi a vez de Sérgio Cabral, do PMDB, acordar com a Polícia Federal em sua porta.

Alvo de dois mandatos de prisão preventiva, no âmbito da Lava-Jato, Cabral é acusado de liderar um grupo que desviou R$ 224 milhões em contratos de obras.

Cabral é acusado pela Lava-Jato dos crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Os desvios teriam sido feitos em contratos com empreiteiras em obras como a reforma do Maracanã, o Arco Metropoliltano e PAC Favelas em troca de aditivos em contratos públicos.

A operação que o prendeu, batizada de “Calicute” (referência às tormentas enfrentadas pelo navegador Pedro Álvares Cabral a caminho das Índias), acontece pouco mais de cinco meses depois da estreia da Lava-Jato no Rio e é resultado de uma esforço conjunto do MPF e seus procuradores Lauro Coelho, Eduardo El Hage, Rodrigo Timóteo e José Augusto Vagos, com a Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros da Polícia Federal (Delecor).

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Já a prisão de Garotinho, segundo o juiz Glaucenir Silva de Oliveira, da 100ª Zona Eleitoral, foi motivada por indícios de compra de voto e coação de testemunhas. Para o juiz , Garotinho “efetivamente não só está envolvido, mas comanda com ‘mão de ferro’ um verdadeiro esquema de corrupção eleitoral” em Campos, por meio do programa assistencialista Cheque Cidadão.

Vai vendo…

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